Vivemos um momento muito difícil; a pandemia, intolerância, desemprego, fome…
Basta andar um pouco pelas grandes cidades que notamos o aumento da pobreza ilustrada por grandes condomínios de casas de um cômodo sem banheiro feitas de barracas.
De quem é a culpa?
Uns dirão, do presidente, outros dos governadores, da China, da pandemia, do capitalismo e por aí vai…
Vamos imaginar que você tenha uma ‘grana’ guardada no banco com o propósito de investi-la para aumentar seu capital, você abriria um negócio?

Essa linha de pensamento é usada também para grandes empresas nacionais e multinacionais.
Sem um ambiente organizado, pacificado, confiável e justo os donos do capital não se sentem seguros em investir e sem investimento não há emprego, as pessoas não terão renda para consumir e, portanto, a loja de roupas venderá menos, a padaria, o restaurante, lojas de carros etc. causando assim um efeito em cadeia que penaliza a todos.
Vejam, quando falo em donos do capital pode ser uma grande fábrica automobilística como um garçom que quer deixar de ser empregado e abrir seu próprio negócio.
Temos a obrigação como povo de tornar nosso país um lugar melhor para se investir, mas como? Respondo:
Precisamos diminuir as tensões políticas, ninguém gosta de entrar numa casa onde os integrantes da família só brigam, cobrar deputados e senadores para que as reformas tributárias e administrativa sejam feitas de forma adequada e contemplem todas as camadas da sociedade e funcionalismo público é um ótimo começo.
E por fim, não podemos perder a esperança no Brasil, precisamos investir e gastar aqui, um pequeno gesto faz diferença, vamos comprar de empresas brasileiras, vamos consumir no comércio do nosso bairro, incentivar quem se arrisca para gerar emprego e movimentar a economia. Assim reverteremos esse ciclo de desesperança e tornaremos nosso lugar um lugar melhor e mais feliz. ‘Arregace as mangas’ e mão na massa!!!
“É uma falta de responsabilidade esperar que alguém faça as coisas por nós” (John Lenon,1940-1980)
Saúde, sucesso e sorte.