Essa é uma frase repetida por muitos comerciantes do interior. Será uma decisão acertada? A depender do público de seu negócio, pode ser um grande erro. Entenda os motivos agora.
Um a cada três adultos no Brasil não tem acesso aos serviços de banco. Isso mesmo: um terço dos adultos brasileiros. A maioria deles está no interior. Logo, ao restringir a forma de pagamento, você está fechando suas portas para todos esses clientes.

Por quê?
Porque essas pessoas não têm cartão de crédito e não têm acesso a crédito. Logo, se você permiti-las parcelar o pagamento, o mais provável é que você se torne um comércio frequentado por todos esses clientes.
“E se não me pagarem? Como faço?”
Parcele com segurança e tenha claro para você quais serão os procedimentos para cobrar se ocorrer algum atraso.
Explique ao cliente as medidas que serão tomadas em caso de atraso – juros, multa, encaminhamento ao Cartório de Protesto. E cumpra religiosamente o seu calendário de cobrança.
Assim, você abre seu comércio para um imenso público novo, oferece meios de pagamento que a internet não dá para ele, tem a garantia de que todo mês o cliente volta a sua loja e, quem sabe, faz uma nova compra.
Tendo notas promissórias ou confissão de dívida, você tem a garantia de usar o serviço gratuito do Cartório de Protesto. É isso mesmo: se não conseguir receber na loja, você não precisa gastar nada para protestar a dívida e receber o valor devido. Para ter ainda mais segurança, o protesto também lhe garante consultar de graça o CPF ou CNPJ do cliente antes de vender.
Acesse www.protestoentrerios.com.br e conheça a consulta gratuita de CPF/CNPJ e o simulador de notas promissórias.
Não feche suas portas para um a cada três clientes: parcele com segurança e cobre no protesto.